Posicionamento do CLAI/Brasil em defensa da democracia, da paz e da justiça

Considerando o ambiente político nacional e o clima de mobilizações políticas destes últimos dias, cremos que se faz necessário agir com discernimento e sabedoria na luta pela manutenção da democracia, da paz e da justiça.
 
Por isso, juntamo-nos a todas as vozes proféticas, que vêm denunciando a injustiça cometida por pessoas ou grupos que querem acabar com a democracia do nosso país.
 
Em meio aos poderosos que matam e querem calar a voz de todas as pessoas que lutaram e lutam para libertar o povo oprimido, que vivia à margem da sociedade, sem direitos e sem voz, devemos perceber os “sinais” libertadores onde a justiça se faça presente.
 
Dessa forma, nosso desafio é seguir firmes na resistência negando ao ódio, a violência e a opressão;
 
Devemos nos manter em constante diálogo, fortalecendo nossos direitos fundamentais de uma democracia justa e transparente;
 
Continuemos firmes no anúncio e na denúncia de injustiças, pois Jesus afirma que “Felizes aqueles que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. Felizes vocês, se forem insultados e perseguidos, e se disserem todo tipo de calúnia contra vocês, por causa de mim. Fiquem alegres e contentes, porque será grande para vocês a recompensa no céu, pois foi assim que perseguiram os profetas, que vieram antes de vocês”. (Mateus 5,10-12).
 
Lembremo-nos que Jesus disse aos fariseus e escribas: “Se meus discípulos se calarem, até as pedras gritarão”. Que descubramos juntos, nesses processos sociais e políticos, sinais de que o projeto libertador vem para todas as pessoas e os poderes violentos deste mundo, sejam eles, econômicos, políticos, jurídicos ou religiosos não terão vez e nem voz.
 
Não podemos nos calar e nem tolerar mudanças políticas conservadoras e retrógadas que nos afastam dos projetos de paz e justiça para todas as pessoas. Sigamos na busca e luta pelos direitos e pela dignidade de vida. Pois o desafio de todo cidadão e toda cidadã, cristão e cristã está em meditar sobre a verdade, ler criticamente o que a imprensa vincula, buscar a paz que promove em sua vida frutos advindos da justiça. E com isso, não apenas oremos, mas também pratiquemos ações para que o Deus da justiça gere em nosso país uma limpeza completa, pois não aceitaremos mais imposição de espinheiros (Juízes 9.7-20).  E que Deus seja misericordioso para com o nosso país e para com todos! 
 
Diretoria do CLAI - Região Brasil
 
Temas Sociales
Madre migrantes en un campamento improvisado cerca del cruce fronterizo en Tijuana, reciben alimentos y otros suministros de ayuda de la Iglesia Metodista Nuevo Pacto y la Iglesia Evangélica San Pablo en Tijuana. Unos 1.500 inmigrantes se han establecido allí, muchos/as de ellos/as con la esperanza de presentar solicitudes de asilo ante las autoridades de inmigración de Estados Unidos. Foto de Mike DuBose, Noticias MU.

Las madres de la frontera cuentan sus historias

Las madres migrantes en la frontera mantienen su lucha por buscar un futuro más esperanzador para ellas y sus familias.
Iglesia Local
La Pastora Cassandra “Cassy” Nuñez nació en el norte de México y emigró con su familia a EE.UU. cuando tenía 9 años. Actualmente es beneficiaria de DACA, por lo que se denomina así misma como una “pastora DACAmentada". Foto cortesía de la Conferencia Anual Baltimore - Washington.

Una pastora hispana que sueña en voz alta

Núñez fue designada, como pastora local, a la IMU Hispana de Salem en julio pasado y ha venido trabajando en el desarrollo de relaciones frescas, genuinas y amistosas con su comunidad.
Entidades de la Iglesia
La Comisión General sobre Religión y Raza (GCORR por sus siglas en inglés) y la Comisión General de Estatus y Rol de Mujeres (GCSRW por sus siglas en inglés) de La Iglesia Metodista Unida (IMU) han recibido una solicitud del Caucus hispano-latino para observar el proceso que se le sigue a la Obispa Minerva Carcaño. Fotocomposicion cortesía de MARCHA.

MARCHA solicita a comisiones de raza y mujer supervisar proceso contra la Obispa Carcaño

Desde el anuncio de la suspensión de la Obispa Carcaño, MARCHA ha planteado cuestionamientos al proceso enviando dos cartas abiertas al Colegio de Obispos/as de la Jurisdicción Oeste y la Comisión Episcopal