7ma Região da Igreja Metodista do Brasil reprova ato de racismo

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Para ver pronunciamento oficial do bispo Lockmann sobre racismo abra o seguinte enlace: 

http://1re.metodista.org.br/conteudo.xhtml?c=3021

Conforme foi registrado em sua última plenária, o 1º Concílio Regional da Sétima Região Eclesiástica acolheu e foi solidário à denúncia apresentada contra ato de racismo durante o período dos trabalhos conciliares da Igreja Metodista.  Numa manifestação de unidade e coesão, a delegação da 7ª RE não apenas repudiou todo tipo de preconceito e racismo no meio da Igreja Metodista, mas profetizou que o amor seja uma realidade sobre as nossas igrejas, ministérios e nas nossas relações pessoais (1 Co13.1).

O bispo Paulo Lockmann já está encaminhando as providências cabíveis dentro dos trâmites de processo disciplinar da Igreja Metodista. Apesar de ter se defendido, com retratação e pedido de perdão, o pastor que cometeu a atitude racista responderá à comissão instaurada para o caso.

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Para ver o video da denúncia sobre racismo feita no Concilio Regional abra aquí.

A Igreja Metodista no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro tem uma História de Justiça e compromisso com as causas sociais, e não apoiam nenhum tipo de ato dessa natureza. Prova disso é a Pastoral de Combate ao Racismo, um dos braços da Igreja, que mantém uma atuação ativa e atenta a expressões envolvendo questões raciais.  

A Igreja Metodista é também vanguarda em ações de oposição à naturalização da violência contra o negro e institucionalização do racismo. Nesse sentido, a Igreja na Sétima Região Eclesiástica entende a gravidade de um ato como esse e convoca todos os que se sentem de alguma forma excluídos, seja por discriminação social, racial, de gênero ou de qualquer outro tipo, a juntar-se aos metodistas numa atitude de fé e oração. 

* Paulo Lockmann es Bispo da Igreja Metodista na 1ª e 7ª Regiões Eclesiásticas. Para ver a publicação original deste artigo, abra o seguinte enlace: http://1re.metodista.org.br/conteudo.xhtml?c=3004

Temas Sociales
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Las madres migrantes en la frontera mantienen su lucha por buscar un futuro más esperanzador para ellas y sus familias.
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Núñez fue designada, como pastora local, a la IMU Hispana de Salem en julio pasado y ha venido trabajando en el desarrollo de relaciones frescas, genuinas y amistosas con su comunidad.
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MARCHA solicita a comisiones de raza y mujer supervisar proceso contra la Obispa Carcaño

Desde el anuncio de la suspensión de la Obispa Carcaño, MARCHA ha planteado cuestionamientos al proceso enviando dos cartas abiertas al Colegio de Obispos/as de la Jurisdicción Oeste y la Comisión Episcopal