Entidades criticam ordem presidencial dos EUA contra pessoas refugiadas

A Federação Luterana Mundial (FLM), o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e a Aliança ACT, da qual a FLD é membra, publicaram uma declaração sobre a Ordem Executiva Presidencial dos EUA, intitulada Protegendo a nação contra a entrada de terroristas estrangeiros, e seu impacto sobre pessoas refugiadas.

“Nossa fé chama cristãs e cristãos a amar e acolher pessoas estrangeiras, refugiadas, deslocadas internamente, ou seja, a outra e o outro”, diz o documento. “Somos chamadas e chamados a tratar as pessoas como gostaríamos de ser tratados. A Escritura e o ensinamento de nosso Senhor Jesus Cristo são categóricos quanto a isso”.

A declaração exorta os EUA a honrar sua tradição de receber e refugiar populações ameaçadas por violências, perseguições e guerras, e honrar suas obrigações sob as leis do direito internacional.

“A proibição da entrada de mais da metade do número de pessoas que o país recebe a cada ano não só afeta gravemente pessoas em situação de risco de vida, mas também incentiva outros países desenvolvidos a diminuírem seu compromisso com ações futuras de proteção internacional para pessoas refugiadas”.

“Lamentamos particularmente a suspensão específica e indefinida da admissão de refugiadas e refugiados vindos da Síria, em vista do grave conflito e da crise humanitária na região”, diz a declaração. “Este é um fracasso enorme em termos de compaixão e de responsabilidade.”

“Ao mesmo tempo, aplaudimos todas e todos, incluindo igrejas e organizações relacionadas a igrejas, que têm sido incansáveis em servir as pessoas que conseguiram fugir – especialmente da Síria e do Oriente Médio – e apoiá-las em suas novas vidas nos EUA e em outros países”.

“Estamos juntos com todas e todos que pedem a reversão imediata da ordem executiva”.

A FLM e seus parceiros da Aliança ACT estão atendendo pessoas refugiadas e pessoas deslocadas de 25 países. Em 2016, a FLM concedeu ajuda a 2,3 milhões de refugiadas e refugiados no mundo.

* Susanne Buchweitz trabalha no Escritório de Comunicação da Federação Luterana Mundial. Este artigo foi originalmente publicado pela Agência Latino-Americana E Caribenha De Comunicação (Alc).

Preocupações Sociais
A diaconisa metodista unida Bulelwa Ndedwa lidera uma marcha contra a violência de género em Durban, na África do Sul, em 14 de setembro. A marcha começou com a oração numa Igreja Metodista Unida e terminou no centro de Bizana, no distrito de Makukhanye, Cabo Oriental. Foto de Nandipha Mkwalo, Notícias da MU.

Igreja destaca faróis sobre a violência contra as mulheres

Metodistas Unidos da África do Sul marcham por mudanças, exortam a igreja a tomar medidas para proteger os membros do sexo feminino e todas as mulheres.
Preocupações Sociais
Pat Luna fala durante um painel de discussão no Instituto de Liderança, realizado na Igreja Metodista Unida da Ressurreição em Leawood, Kansas, de 25 a 27 de setembro. Ela foi acompanhada pelos Revs. Adam Hamilton, Junius B. Dotson, Ginger Gaines-Cirelli e Michael Bowie. O evento deste ano se concentrou em preservar, mas reformar a Igreja Metodista Unida. Foto de Sam Hodges, Notícias MU.

Evento anual se torna fórum sobre o futuro da igreja

Os centralistas e progressistas se reuniram no Instituto de Liderança para uma sessão de discussão e estratégia.
Área Geral da Igreja
O Rev. Will Green (centro) lidera o canto de "Jesus Lembre-se de Mim Quando Você Entrar no Seu Reino" na "Estação de Oração Queer" durante a manhã de 23 de fevereiro, na oração da Sessão Especial de 2019 da Conferência Geral Metodista Unida em São Luís. Green atende a uma das nove igrejas da Nova Inglaterra que pretendem deixar a denominação. Foto de Kathleen Barry, Notícias MU.

9 igrejas da Nova Inglaterra consideram desfiliação

Nove congregações na Conferência da Nova Inglaterra estão embarcando em um "processo de discernimento" de oito meses para considerar a desfiliação da denominação.